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Conheça a história de Pedro Motta, que liderou um dos times responsáveis por produtos inovadores que beneficiaram 140 mil restaurantes, além de usuários, durante a pandemia do Covid-19.


Você sente que tem a preparação adequada para lidar com o imprevisível? Em 2020, profissionais sentiram na pele a necessidade de saber se adaptar e inovar mesmo em um cenário inesperado. Foi o que aconteceu com Pedro Motta, que usou a bagagem dos cursos de produto e liderança em dados da Tera para participar de grandes iniciativas do iFood durante a pandemia do Covid-19, gerando impacto em milhares de pessoas usuárias.

Descubra como as  soluções desenvolvidas pelo time liderado por Pedro permitiram que 140 mil restaurantes cadastrados fossem beneficiados com descontos em taxas e que milhares de pessoas pudessem usar o vale-refeição na plataforma do iFood durante a pandemia. Você também vai entender como essa atuação é resultado do que ele aprendeu nos bootcamps de Data Leadership for Business e Digital Product Leadership da Tera.

Confira a história completa de Pedro Motta, Tech CRM Lead no iFood. 

A arte de lidar com o imprevisível

Pensar em transformação por meio da tecnologia pode soar distante para muita gente, afinal, nem sempre vemos os resultados de forma clara na rotina das pessoas usuárias. Mas, no início de 2020, o ex-estudante da Tera Pedro Motta experimentou de forma palpável o resultado de uma mentalidade orientada a dados unida à empatia, descobrindo como grandes soluções são criadas dessa forma. 

Natural de Niterói e trabalhando no iFood desde 2019, Pedro é responsável por liderar a equipe de tecnologia do sistema de gestão de relacionamento com os restaurantes conveniados à plataforma. Logo no início da pandemia ficou claro para a empresa que medidas de apoio à rede de restaurantes eram urgentes, assim como ações que facilitassem a experiência de quem desejava fazer pedidos de casa.

Apoio a restaurantes da plataforma iFood

Uma das iniciativas anunciadas pelo iFood no início da pandemia do Covid-19 foi o desconto nas comissões, que permitiria que mais de 140 mil restaurantes da rede tivessem alívio financeiro no momento delicado. 

“Minha equipe foi um dos times responsáveis por viabilizar isso em um curto período de tempo, nos primeiros 15 dias de pandemia no Brasil. Isso já injetou um capital nos restaurantes. Pensando no tamanho da base, o impacto é muito grande. Foram ações muito relevantes que tinham foco em como ajudar restaurantes a passar por esse momento tão sensível de forma saudável e sem quebrar.”

Mais uma solução desenvolvida pela equipe de Pedro permitiu que o repasse de valores recebidos fosse realizado mais rápido - em uma semana, em vez de 30 dias -, trazendo capital de giro para os restaurantes. No fim de março, quando a proposta foi lançada, o iFood estimou que cerca de R$ 600 milhões poderiam ser injetados na economia.

"Pude ajudar para que milhares de pessoas fossem impactadas, mantendo o emprego, por meio do capital de giro antecipado e reduzindo taxas. Foi um projeto que eu virei noite fazendo com o time porque eu entendia que o prazo era crucial e muitas famílias poderiam depender da nossa ação. Muitas empresas operam com 80% da capacidade dentro do iFood, por isso foi de uma necessidade urgente.”

 

Para Pedro, o senso de urgência em um projeto como esse é resultado de uma visão empática que ele amadureceu a partir de reflexões nos cursos da Tera. A necessidade de enxergar a dor de outras pessoas era um tema recorrente nas aulas e se tornou realidade durante a pandemia.

"Foi muito um processo de empatizar. Eu só consigo saber a dor do meu cliente se eu empatizo com ele. E o maior ponto do processo de empatia foi sobre o tempo, sobre entender o timming certo e como você faz pra conseguir soluções fora do estado da arte, porque é uma dor e você precisa resolver o quanto antes." 

Implementação de nova forma de pagamento

Talvez você seja uma das milhares de pessoas que comemorou a possibilidade de usar o Vale-Refeição para fazer pedidos no iFood durante o período em home office. Pedro Motta também está por trás dessa feature, que foi implementada em apenas três semanas, depois de uma movimentação de acordo com as bandeiras.

"Isso trouxe um impacto muito grande para as pessoas que estavam em casa trabalhando. Elas puderam usar o VR para pedir comida em casa, já que não podiam ir ao estabelecimento. Isso amorteceu o desembolso financeiro das pessoas dentro de casa."

Para viabilizar o projeto foram necessárias diversas etapas como: receber das bandeiras a liberação para ativar o meio de pagamento no app; tornar os parceiros elegíveis; permitir a ativação dos parceiros pelo portal com autoatendimento; tornar o meio de pagamento automaticamente visível na loja para o consumidor final. Ainda houve uma grande inovação, que permitiu que a ativação dos parceiros acontecesse de maneira simplificada para os estabelecimentos.

"Nossa inovação foi fazer com que parceiros ativassem pelo WhatsApp. A pessoa clicava no botão "sim" no whatsapp, isso gerava uma atualização do contrato dela, atualizava o meio de pagamento e ela já podia receber. Foi um processo totalmente inovador e desburocratizado, respeitando as necessidades legais."

Conduzir a implementação de um novo produto usando uma abordagem inédita lembrou a Pedro de seus aprendizados no curso de Digital Product Leadership da Tera.

"Inicialmente eu não via essa transação por WhatsApp na íntegra. E precisei pensar como eu desenharia um produto que fosse escalável, em curto prazo, e que tivesse alto market fit. Eu consegui ver muito da Tera porque teria que ser totalmente um painkiller pro restaurante e para a gente. Foi total o desenho de produto do curso de DPL da Tera."

Se tornando um painkiller

Ser um painkiller - alguém que acabe com as dores da pessoa usuária - é um caminho para quem sabe claramente quais valores guiam a atuação profissional, como é o caso de Pedro Motta.

“Sempre fui muito movido pela paixão de transformar as coisas e fazer algo grande. Sempre acreditei que a gente não tem só um emprego, a gente tem a possibilidade de transformar o contexto em que a gente vive. Seja ajudando pessoas a resolver problemas, seja criando conexões para transformar a vida de outras pessoas.”

 

Além do ímpeto por resolver problemas, é essencial adquirir os conhecimentos que permitam que isso seja possível. Graduado em Tecnologia da Informação, Pedro desenvolveu tanto uma visão estratégica sobre dados e produtos digitais quanto amadureceu seu estilo de liderança com formações complementares. No início de 2020, fez na Tera os bootcamps de Digital Product Leadership e Data Leadership for Business.

“A Tera me ajudou muito a ter uma forma totalmente diferente de pensar sobre o mercado digital. Não de forma clichê, mas numa visão de que os nossos produtos têm que vir pra transformar a vida das pessoas. Existia uma expressão que a gente usava muito no curso de DLB que era "a gente precisa ser um painkiller para a dor de alguém" e no momento de pandemia eu consegui me ver no dia a dia usando muitas coisas que eu aprendi nos cursos.”

Com experiências profissionais anteriores em empresas tradicionais, foi preciso reforçar a bagagem e criar uma mentalidade digital para compor o time do iFood, um dos unicórnios da economia digital.  

"O iFood foi meu primeiro contato com mercado digital e a Tera me permitiu ser uma pessoa mais versátil, a construir um raciocínio rápido para pescar as mudanças e me adaptar rápido a elas. Consegui ampliar meu leque como profissional T-shaped, porque os cursos têm muita abrangência de conteúdo."

Além de ingressar no mercado de produtos digitais, Pedro também desenvolveu um estilo de liderança orientado a dados com o curso de Data Leadership for Business. Com o conhecimento técnico sobre dados, vieram também reflexões sobre ética e diversidade.

"O curso de dados veio para somar de forma muito brilhante na minha vida, me trazendo a reflexão de que, muito mais do que usar dados ou conseguir interpretar um dado, eu preciso entender qual tipo de decisão eu vou tomar com aquele dado. É um papel nosso transformar a sociedade em mais ética, mais justo e mais igualitária. E aí, como eu uso o dado pra fazer esses tipos de ações?"

Viver é uma entrega

Durante a pandemia, o iFood lançou a campanha “Viver é uma entrega”. Essa é uma ideia que Pedro tem adotado pessoalmente em sua trajetória. Quando foi chamado para atuar na empresa, tinha a missão de reestruturar um time, trazendo uma nova proposta de valor e um novo propósito, de forma que ele se tornasse mais estratégico. Hoje ele lidera uma equipe de 24 pessoas para entregar projetos e produtos alinhados com a estratégia do iFood.

Nesse caminho, ele tem desenvolvido a própria forma de liderar, empoderando profissionais e gerando amadurecimento para que eles atuem com maior independência. Ao mesmo tempo, abre espaço para diversidade, entendendo que “pessoas iguais não vão produzir resultados diferentes”.

Confira a seguir alguns insights que Pedro deixa para quem quer liderar times de alta performance.

Paixão por pessoas

"Acho que precisa ser genuinamente apaixonado por pessoas e tem que ser alguém que consegue entender qual é a direção e como mobilizar a equipe a ir naquela direção para gerar resultados. Também deve saber como empoderar pessoas, porque cada vez mais a liderança vai ser descentralizada. A maior briga que um líder tem é contra o próprio ego dele."

Olhar para diversidade

"Para compor um time, precisa olhar para diversidade, com pessoas que pensam diferente e vêm de contextos diferentes, porque é isso que vai aflorar inovação. Também é importante buscar pessoas automotivadas, porque ela vai estar focada em resolver um problema mesmo em momentos desafiadores.”

Contratação de profissionais versáteis

"Também precisamos de versatilidade, profissionais T-shaped. A gente precisa de uma abrangência de conhecimento maior. Uma pessoa versátil consegue olhar para o seu leque de conhecimento e usar, em cada hora, um conceito diferente. Quando a gente fala de inovação, a gente tem em cada momento uma possibilidade, como um rio em uma nascente que cada hora faz um trajeto diferente.”

Busca por pessoas resilientes 

"Outra característica que eu acho super relevante é resiliência. A gente vive em um mundo que toda hora muda, o comportamento do consumidor muda, a opinião pública muda, e nós precisamos nos adaptar rapidamente no dia a dia, superando desafios diferentes todos os dias.”

 ….

Inovar em momentos decisivos para criar soluções valiosas exige muito mais do que conhecimento de produto e de dados. É preciso pensar em pessoas e em suas dores. A atuação de Pedro Motta no iFood é uma demonstração clara de algo que nós da Tera acreditamos: que a tecnologia precisa servir para transformar a sociedade.

Você também quer desenvolver sua visão de produtos digitais e de dados para realizar grandes entregas como o Pedro? Conheça os bootcamps de Data Leadership for Business e Digital Product Leadership da Tera e decole sua carreira em 2021.

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